Bem Estar Saúde
19 abr 2022

Quero fazer terapia, mas minha família não entende. E agora?

Se você chegou aqui por estar buscando aconselhamento psicológico, saiba que o maior passo já foi dado. Ter a iniciativa de buscar ajuda é o maior desafio que se tem, e se você entende que precisa de terapia já pode considerar a primeira conquista! Agora, sabemos que algumas vezes as pessoas próximas não compreendem nossos motivos para buscar terapia: argumentam que você está sempre sorrindo, que tem amigos e familiares que te amam, que está bem na vida e acham que a terapia é só para pessoas que têm algum tipo de problema grave.

Os pensamentos das pessoas que não entendem os motivos de iniciar uma terapia podem ter origem em sua criação, algumas até possuem certos preconceitos, e por isso resolvemos listar algumas dicas de como abordar seus amigos e familiares para tranquilizá-los e mostrar que o atendimento psicológico só trará benefícios para você e para quem está na sua volta. Confira:

Pesquise as formas e abordagens terapêuticas: sabendo um pouquinho mais sobre o profissional que irá atender você, bem como a sua abordagem, pode auxiliar na hora de contar para as pessoas importantes. Muitos pensam que a psicóloga é igual a dos filmes, o que está totalmente errado – existem muitos estilos por aí e você escolherá qual se adapta mais ao seu estilo e necessidade;

  • Dê um pouco de abertura: se você se sentir confortável, fale com as pessoas próximas sobre os motivos que levaram a sua busca pela terapia. Muitos podem pensar que sua vida está perfeita e nem conhecer a fundo problemas que você pode ter na rotina de trabalho, por exemplo;

  • Entender os limites: se você conversou, apresentou seus motivos, buscou apoio das pessoas para sua decisão e, mesmo assim, ouviu somente comentários negativos, desapegue. Algumas pessoas nem fazem por mal, mas simplesmente não entendem a terapia. Deixe de lado, siga seu tratamento e não se preocupe com isso, pois poderá influenciar na sua saúde mental;

  • Essa é uma decisão sua: o profissional escolhido, abordagem, método e todos os detalhes referentes à terapia são de sua escolha. Siga com o que você considerar mais confortável, por mais que o “amigo do primo do vizinho” seja psicólogo, você não tem a obrigação de consultar só porque é conhecido, viu?

  • Fale sobre esses pontos com sua terapeuta: você decidiu e seguiu em frente, ótimo! Agora você pode conversar mais sobre esse assunto com sua terapeuta. Passamos essas dicas, mas quem realmente poderá te ajudar na sua rotina é ela.

E deixamos uma dica especial para os pais de crianças e adolescentes: você, como responsável, pode perceber sinais da necessidade de apoio psicológico e buscar um profissional de confiança para auxiliar seus filhos. Adolescentes mais velhos podem ter algum tipo de preferência e é importante também ouvir o que eles comunicam.

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